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O Homem sem Nome

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"Era um deserto imenso. A sua aridez alastrava por planícies, montes e vales que um dia haviam sido férteis..." Através deste deserto, um estranho trovador, um poeta que se recusa a ter um nome, entra num mundo que se encontra em mutação e que perde rapidamente os últimos vestígios da sua pureza primitiva. É também assim que o leitor entra nesse mundo e acompanha o poeta nas suas extraordinárias aventuras. Há várias maneiras de ler este livro. Ele pode ser lido como uma história fantástica, quase uma história de fadas. Também pode ser lido como uma mensagem sobre a vida e sobre os homens. Ou ainda como uma alegoria irónica- porque o mundo em que o poeta entra é muito parecido com o nosso, sobretudo nos absurdos. Mas a melhor maneira de o ler é pôr de lado todas essas preocupações: ler, muito simplesmente, e deixar-se seduzir. Como acontece ao fim e ao cabo em todos os romances de João Aguiar, que, desde A Voz dos Deuses até Os Comedores de Pérolas, tem vindo a construir, numa premeditada e saudável discrição, uma das suas obras mais interessantes e coerentes da actual literatura portuguesa.

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O Homem sem Nome, Joa o. Aguiar

Język
Rok wydania
2000
Oprawa
(miękka)
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4,2
Bardzo dobra
14 Ocena

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Tytuł
O Homem sem Nome
Język
portugalski
Wydawca
ASA
Rok wydania
2000
Oprawa
miękka
ISBN10
972411368X
ISBN13
9789724113685
Seria
Ocena
4,2 z 5
Opis
"Era um deserto imenso. A sua aridez alastrava por planícies, montes e vales que um dia haviam sido férteis..." Através deste deserto, um estranho trovador, um poeta que se recusa a ter um nome, entra num mundo que se encontra em mutação e que perde rapidamente os últimos vestígios da sua pureza primitiva. É também assim que o leitor entra nesse mundo e acompanha o poeta nas suas extraordinárias aventuras. Há várias maneiras de ler este livro. Ele pode ser lido como uma história fantástica, quase uma história de fadas. Também pode ser lido como uma mensagem sobre a vida e sobre os homens. Ou ainda como uma alegoria irónica- porque o mundo em que o poeta entra é muito parecido com o nosso, sobretudo nos absurdos. Mas a melhor maneira de o ler é pôr de lado todas essas preocupações: ler, muito simplesmente, e deixar-se seduzir. Como acontece ao fim e ao cabo em todos os romances de João Aguiar, que, desde A Voz dos Deuses até Os Comedores de Pérolas, tem vindo a construir, numa premeditada e saudável discrição, uma das suas obras mais interessantes e coerentes da actual literatura portuguesa.