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Este livro registra a ousadia da Mendes Júnior, primeira empresa de construção pesada a se internacionalizar, instalando-se no Iraque, e as turbulentas relações contratuais da Construtora com o governo brasileiro. Os contratos iniciais eram de o Brasil, carente de petróleo e sem crédito no mercado externo, e o Iraque, aberto a investimentos de infra-estrutura e rico em ouro negro. A Mendes Júnior, executora dos serviços, foi a aliança desse casamento que parecia perfeito. Mas veio a Guerra do Golfo e a união se desfez. Era o início de um acerto de contas, até hoje pendente, que colocou o Grupo Mendes Júnior e o governo brasileiro em um dos maiores contenciosos jurídicos do País. Executada judicialmente pelo Banco do Brasil, em ações bilionárias, apesar da existência de documentos em que o próprio governo se decreta como devedor, a Mendes Júnior teve que lutar para se reorganizar. Não bastasse essa batalha, o Grupo é parte de outra grande disputa judicial com a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Os valores da disputa dizem respeito a custos financeiros impostos à Construtora, durante a construção da usina de Itaparica. A cronologia de todo o contencioso é detalhadamente descrita pelo próprio Murillo Mendes e pelo jornalista Leonardo Attuch, editor da Isto é Dinheiro. Entrevista com autoridades e fotos históricas marcantes tornam este dossiê leitura imperdível.
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Quebra de Contrato. O Pesadelo dos Brasileiros, Murilo Mendes, Leonardo Attuch
- Język
- Rok wydania
- 2008
- Oprawa
- (twarda)
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- Tytuł
- Quebra de Contrato. O Pesadelo dos Brasileiros
- Język
- portugalski
- Autorzy
- Murilo Mendes, Leonardo Attuch
- Wydawca
- Folium
- Rok wydania
- 2008
- Oprawa
- twarda
- Liczba stron
- 404
- ISBN10
- 8588361175
- ISBN13
- 9788588361171
- Seria
- Tagi
- Opis
- Este livro registra a ousadia da Mendes Júnior, primeira empresa de construção pesada a se internacionalizar, instalando-se no Iraque, e as turbulentas relações contratuais da Construtora com o governo brasileiro. Os contratos iniciais eram de o Brasil, carente de petróleo e sem crédito no mercado externo, e o Iraque, aberto a investimentos de infra-estrutura e rico em ouro negro. A Mendes Júnior, executora dos serviços, foi a aliança desse casamento que parecia perfeito. Mas veio a Guerra do Golfo e a união se desfez. Era o início de um acerto de contas, até hoje pendente, que colocou o Grupo Mendes Júnior e o governo brasileiro em um dos maiores contenciosos jurídicos do País. Executada judicialmente pelo Banco do Brasil, em ações bilionárias, apesar da existência de documentos em que o próprio governo se decreta como devedor, a Mendes Júnior teve que lutar para se reorganizar. Não bastasse essa batalha, o Grupo é parte de outra grande disputa judicial com a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Os valores da disputa dizem respeito a custos financeiros impostos à Construtora, durante a construção da usina de Itaparica. A cronologia de todo o contencioso é detalhadamente descrita pelo próprio Murillo Mendes e pelo jornalista Leonardo Attuch, editor da Isto é Dinheiro. Entrevista com autoridades e fotos históricas marcantes tornam este dossiê leitura imperdível.


