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Persona

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Versão moderna de uma educação sentimental, Persona estabelece o confronto entre as exigências do corpo, a normatividade social e o policiamento do Estado durante os anos que precederam a descolonização.«Persona, enquanto texto literário, é insólito, original, de grande qualidade literária, onde o tema das diferenças vai muito além do meramente sexual. Constitui-se de facto como um pequeno romance na medida em que cada um dos contos tem por herói a personagem de Afonso, apanhada em três momentos-chave da sua vida: aos 12, aos 18 e aos 22 anos. A cada idade corresponde a narrativa de uma forma de iniciação. Três etapas de um caminho em direcção à maturidade marcadas pelos encontros, pelos espaços: a escola, uma viagem ao deserto, a vida de guerreiro. Trata-se de um percurso de crescimento e, apesar da brevidade, os episódios revelam-no como a versão moderna de uma educação sentimental. O herói move-se na alta-burguesia, retrata-lhe os tiques e os podres, o discurso tanto mais elegante quanto escabroso, reproduz a snobeira de um distanciamento muito british.»(Helena Barbas, Expresso)

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Persona, Eduardo Pitta

Język
Rok wydania
2019
Oprawa
(miękka)
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Tytuł
Persona
Język
portugalski
Wydawca
D. Quixote
Rok wydania
2019
Oprawa
miękka
ISBN10
972206780X
ISBN13
9789722067805
Seria
Kategorie
Ocena
3,05 z 5
Opis
Versão moderna de uma educação sentimental, Persona estabelece o confronto entre as exigências do corpo, a normatividade social e o policiamento do Estado durante os anos que precederam a descolonização.«Persona, enquanto texto literário, é insólito, original, de grande qualidade literária, onde o tema das diferenças vai muito além do meramente sexual. Constitui-se de facto como um pequeno romance na medida em que cada um dos contos tem por herói a personagem de Afonso, apanhada em três momentos-chave da sua vida: aos 12, aos 18 e aos 22 anos. A cada idade corresponde a narrativa de uma forma de iniciação. Três etapas de um caminho em direcção à maturidade marcadas pelos encontros, pelos espaços: a escola, uma viagem ao deserto, a vida de guerreiro. Trata-se de um percurso de crescimento e, apesar da brevidade, os episódios revelam-no como a versão moderna de uma educação sentimental. O herói move-se na alta-burguesia, retrata-lhe os tiques e os podres, o discurso tanto mais elegante quanto escabroso, reproduz a snobeira de um distanciamento muito british.»(Helena Barbas, Expresso)