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A travessia da terra vermelha

Uma saga dos refugiados Judeus no Brasil

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A Travessia da Terra Vermelha – Uma saga dos refugiados judeus no Brasil narra a história das famílias judias e cristãs que fundaram Rolândia. O autor entrevistou quase todos os descendentes dos pioneiros no Brasil e na Alemanha. Na época, Rolândia era uma selva, e os refugiados judeus, fugindo da perseguição nazista, atravessaram o Atlântico e chegaram ao Paraná, onde encontraram alemães nazistas na floresta. O livro inclui fotos de festas nazistas em homenagem a Hitler, evidenciando o contraste entre as bandeiras e a natureza brasileira. Os refugiados, que eram médicos, físicos, artistas e professores, abandonaram suas vidas confortáveis na Alemanha para cultivar mandioca e criar porcos. Com a ajuda de um ex-deputado católico, conseguiram retirar parte de seus bens e comprar terras no Brasil antes do início da matança. O livro retrata as dificuldades enfrentadas, como doenças, preconceito e a saudade dos que ficaram para trás. As notícias da guerra chegavam a eles por um único rádio, permitido pela polícia política. O autor dedicou quatro anos a essa pesquisa, coletando diários, fotografias e gravando entrevistas, resultando em uma obra que mescla ficção e realidade, revelando as complexidades da identidade coletiva e os preconceitos da época.

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A travessia da terra vermelha, Lucius de Mello

Język
Rok wydania
2007
Oprawa
(miękka)
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Dobra
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Tytuł
A travessia da terra vermelha
Podtytuł
Uma saga dos refugiados Judeus no Brasil
Język
portugalski
Rok wydania
2007
Oprawa
miękka
Liczba stron
392
ISBN10
8576791080
ISBN13
9788576791089
Seria
Ocena
3 z 5
Opis
A Travessia da Terra Vermelha – Uma saga dos refugiados judeus no Brasil narra a história das famílias judias e cristãs que fundaram Rolândia. O autor entrevistou quase todos os descendentes dos pioneiros no Brasil e na Alemanha. Na época, Rolândia era uma selva, e os refugiados judeus, fugindo da perseguição nazista, atravessaram o Atlântico e chegaram ao Paraná, onde encontraram alemães nazistas na floresta. O livro inclui fotos de festas nazistas em homenagem a Hitler, evidenciando o contraste entre as bandeiras e a natureza brasileira. Os refugiados, que eram médicos, físicos, artistas e professores, abandonaram suas vidas confortáveis na Alemanha para cultivar mandioca e criar porcos. Com a ajuda de um ex-deputado católico, conseguiram retirar parte de seus bens e comprar terras no Brasil antes do início da matança. O livro retrata as dificuldades enfrentadas, como doenças, preconceito e a saudade dos que ficaram para trás. As notícias da guerra chegavam a eles por um único rádio, permitido pela polícia política. O autor dedicou quatro anos a essa pesquisa, coletando diários, fotografias e gravando entrevistas, resultando em uma obra que mescla ficção e realidade, revelando as complexidades da identidade coletiva e os preconceitos da época.