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Dias de Inferno na Síria

O relato do jornalista brasileiro que foi preso e torturado em plena guerra

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O jornalista Klester Cavalcanti saiu de São Paulo, em maio de 2012, com a missão de registrar a realidade da guerra civil na Síria. Partiu para Beirute com toda a documentação em ordem e um contato esperando-o na cidade de Homs, então epicentro do conflito entre as forças de Bashar al-Assad e os rebeldes do Exército Livre da Síria. Mas acabou preso pelas tropas oficiais, torturado e encarcerado por seis dias, com mais de 20 detentos. Durante o período em que viveu no inferno, Klester não sabia o que o futuro lhe reservava. Acostumado a denunciar violações dos Direitos Humanos no Brasil, o jornalista conseguiu fazer seu trabalho no ambiente inóspito da prisão. Ali estavam os personagens e as histórias de vida que precisava para retratar a guerra civil, ouvindo os tiros e explosões que vinham das ruas que viu e fotografou antes de ser capturado. Até hoje, Klester é o único jornalista brasileiro a entrar em Homs, a terceira maior cidade da Síria e uma das mais afetadas pela guerra.

Zakup książki

Dias de Inferno na Síria, Klester Cavalcanti, Caco Barcellos

Język
Rok wydania
2012
Oprawa
(miękka)
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Tytuł
Dias de Inferno na Síria
Podtytuł
O relato do jornalista brasileiro que foi preso e torturado em plena guerra
Język
portugalski
Wydawca
Benvirá
Rok wydania
2012
Oprawa
miękka
Liczba stron
285
ISBN10
8564065827
ISBN13
9788564065826
Seria
Tagi
Ocena
3,95 z 5
Opis
O jornalista Klester Cavalcanti saiu de São Paulo, em maio de 2012, com a missão de registrar a realidade da guerra civil na Síria. Partiu para Beirute com toda a documentação em ordem e um contato esperando-o na cidade de Homs, então epicentro do conflito entre as forças de Bashar al-Assad e os rebeldes do Exército Livre da Síria. Mas acabou preso pelas tropas oficiais, torturado e encarcerado por seis dias, com mais de 20 detentos. Durante o período em que viveu no inferno, Klester não sabia o que o futuro lhe reservava. Acostumado a denunciar violações dos Direitos Humanos no Brasil, o jornalista conseguiu fazer seu trabalho no ambiente inóspito da prisão. Ali estavam os personagens e as histórias de vida que precisava para retratar a guerra civil, ouvindo os tiros e explosões que vinham das ruas que viu e fotografou antes de ser capturado. Até hoje, Klester é o único jornalista brasileiro a entrar em Homs, a terceira maior cidade da Síria e uma das mais afetadas pela guerra.