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Os Sonâmbulos

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«A nostalgia de uma totalidade e um sentido perdidos permeia toda a obra de Broch, numa combinação ambígua entre a lucidez da análise, nomeadamente a análise das modernas sociedades de massas, e o carácter problemático de uma utopia vagamente messiânica. Regressemos à interrogação obsessivamente formulada por Broch em toda a sua obra, tanto literária como ensaística: num mundo sem ética, onde está afinal a possibilidade de uma relação ética com o mundo?» Do Prefácio «O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: Pasenow ou O Romantismo, 1888; Esch ou A Anarquia, 1903; Huguenau ou O Realismo, 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnós­tico: Sonâmbulos.» Maurice Blanchot

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Os Sonâmbulos, Hermann Broch

Język
Rok wydania
2018
Oprawa
(miękka)
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Tytuł
Os Sonâmbulos
Język
portugalski
Rok wydania
2018
Oprawa
miękka
Liczba stron
592
ISBN10
9896418888
ISBN13
9789896418885
Kategorie
Pierwsze wydanie
1932
Oryginalna nazwa
Die Schlafwandler
Ocena
4,1 z 5
Opis
«A nostalgia de uma totalidade e um sentido perdidos permeia toda a obra de Broch, numa combinação ambígua entre a lucidez da análise, nomeadamente a análise das modernas sociedades de massas, e o carácter problemático de uma utopia vagamente messiânica. Regressemos à interrogação obsessivamente formulada por Broch em toda a sua obra, tanto literária como ensaística: num mundo sem ética, onde está afinal a possibilidade de uma relação ética com o mundo?» Do Prefácio «O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: Pasenow ou O Romantismo, 1888; Esch ou A Anarquia, 1903; Huguenau ou O Realismo, 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnós­tico: Sonâmbulos.» Maurice Blanchot