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Johnny vai à guerra

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Considerada a obra narrativa mais chocante sobre os horrores da guerra, "Johnny vai à guerra" é um romance que descreve, e de certa forma materializa, a condição de 'torso humano' do soldado Johnny: um soldado que sobrevive graças a um prodígio da cirurgia às mutilações sofridas em combate. A mente é a única coisa que lhe resta: Johnny revive seu passado, suas primeiras experiências, o amor, a amizade e a superficialidade com que uma guerra sem motivos claros pode arrastar os indivíduos, levando-os a um estado irresponsável e cúmplice de inconsciência. Publicado nos Estados Unidos em 1939, "Johnny vai à guerra" é um romance de pacifismo integral, e a voz de Johnny, ainda intacta, é a de um Lázaro indomável e sarcástico: "Cantem, cantem alto para mim os seus aleluias, todos os seus aleluias para mim, porque eu conheço a verdade e vocês não, tolos. Tolos, tolos, tolos."

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Johnny vai à guerra, Dalton Trumbo

Język
Rok wydania
2017
Oprawa
(miękka)
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4,3
Bardzo dobra
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Tytuł
Johnny vai à guerra
Język
portugalski
Rok wydania
2017
Oprawa
miękka
Liczba stron
232
ISBN10
8525062030
ISBN13
9788525062031
Seria
Pierwsze wydanie
1939
Oryginalna nazwa
Johnny Got His Gun
Ocena
4,3 z 5
Opis
Considerada a obra narrativa mais chocante sobre os horrores da guerra, "Johnny vai à guerra" é um romance que descreve, e de certa forma materializa, a condição de 'torso humano' do soldado Johnny: um soldado que sobrevive graças a um prodígio da cirurgia às mutilações sofridas em combate. A mente é a única coisa que lhe resta: Johnny revive seu passado, suas primeiras experiências, o amor, a amizade e a superficialidade com que uma guerra sem motivos claros pode arrastar os indivíduos, levando-os a um estado irresponsável e cúmplice de inconsciência. Publicado nos Estados Unidos em 1939, "Johnny vai à guerra" é um romance de pacifismo integral, e a voz de Johnny, ainda intacta, é a de um Lázaro indomável e sarcástico: "Cantem, cantem alto para mim os seus aleluias, todos os seus aleluias para mim, porque eu conheço a verdade e vocês não, tolos. Tolos, tolos, tolos."