Bookbot

A Guerra das Salamandras

Ocena książki

Parametry

  • 312 stron
  • 11 godzin czytania

Więcej o książce

Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária na estirpe de 1984 e Admirável Mundo Novo. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Jan van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos. Vítimas de bem-intencionadas Comissões para o Estudo da Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchadas nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.

Zakup książki

A Guerra das Salamandras, Karel Čapek

Język
Rok wydania
2018
Oprawa
(miękka)
Jak tylko się pojawi, wyślemy Ci wiadomość e-mail.

Metody płatności

4,2
Bardzo dobra
7604 Ocena

Brakuje nam tutaj Twojej recenzji.

Tytuł
A Guerra das Salamandras
Język
portugalski
Wydawca
Antigona
Rok wydania
2018
Oprawa
miękka
Liczba stron
312
ISBN10
9726083249
ISBN13
9789726083245
Seria
Kategorie
Oryginalna nazwa
Válka s mloky
Ocena
4,2 z 5
Opis
Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária na estirpe de 1984 e Admirável Mundo Novo. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Jan van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos. Vítimas de bem-intencionadas Comissões para o Estudo da Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchadas nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.