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O amor de uma boa mulher (em Português do Brasil)

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Em 'O amor de uma boa mulher', Alice Munro apresenta contos marcados pela habilidade cinematográfica e um olhar que é ao mesmo tempo panorâmico e intimista. A autora canadense explora pequenas cidades do condado de Huron, revelando indivíduos deslocados da norma, abordando temas como velhice, doença, transtornos mentais e diferenças em relação à maioria. Munro sugere que a condição feminina se entrelaça com a marginalidade. Em 'Jacarta', uma mulher sobrevive dando aulas de ballet após a suposta morte do marido jornalista; em 'Ilha de Cortes', a protagonista anseia por ser escritora, mas enfrenta o fracasso; e em 'As crianças ficam', Pauline, uma jovem mãe com uma aparência peculiar, é convidada a interpretar Eurídice em uma montagem teatral amadora, o que transforma sua vida. As narrativas retrocedem da atualidade à década de 1950, um período em que o trabalho feminino era muitas vezes apenas um intervalo entre o casamento e a maternidade, criando um desconforto em um contexto que precedeu a Revolução Sexual. A posição dessas mulheres, muitas vezes à margem, as coloca em situações desafiadoras na vida social, contrastando com a precisão dos roteiros masculinos e a precariedade dos destinos femininos.

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O amor de uma boa mulher (em Português do Brasil), Alice Munro

Język
Rok wydania
2013
Oprawa
(miękka)
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Tytuł
O amor de uma boa mulher (em Português do Brasil)
Język
portugalski
Rok wydania
2013
Oprawa
miękka
Liczba stron
376
ISBN10
853592275X
ISBN13
9788535922752
Seria
Pierwsze wydanie
1998
Oryginalna nazwa
The Love of a Good Woman
Ocena
4,05 z 5
Opis
Em 'O amor de uma boa mulher', Alice Munro apresenta contos marcados pela habilidade cinematográfica e um olhar que é ao mesmo tempo panorâmico e intimista. A autora canadense explora pequenas cidades do condado de Huron, revelando indivíduos deslocados da norma, abordando temas como velhice, doença, transtornos mentais e diferenças em relação à maioria. Munro sugere que a condição feminina se entrelaça com a marginalidade. Em 'Jacarta', uma mulher sobrevive dando aulas de ballet após a suposta morte do marido jornalista; em 'Ilha de Cortes', a protagonista anseia por ser escritora, mas enfrenta o fracasso; e em 'As crianças ficam', Pauline, uma jovem mãe com uma aparência peculiar, é convidada a interpretar Eurídice em uma montagem teatral amadora, o que transforma sua vida. As narrativas retrocedem da atualidade à década de 1950, um período em que o trabalho feminino era muitas vezes apenas um intervalo entre o casamento e a maternidade, criando um desconforto em um contexto que precedeu a Revolução Sexual. A posição dessas mulheres, muitas vezes à margem, as coloca em situações desafiadoras na vida social, contrastando com a precisão dos roteiros masculinos e a precariedade dos destinos femininos.