Bookbot

Le Terrier

Ocena książki

Parametry

  • 87 stron
  • 4 godziny czytania

Więcej o książce

«Arranjei o covil e parece que me saí bem. Do exterior vê-se apenas um grande buraco, mas na realidade esse buraco não conduz a parte nenhuma (...) Porém, a uns passos do buraco, abre-se a verdadeira entrada, coberta por uma camada de musgo, que eu posso levantar: se há neste mundo alguma coisa segura é este lugar.»«Que buraco seguro e quentinho que eu arranjei... É o meu abrigo e não há cerco mais sólido, tranquilo e doce que este. Quando o mundo exterior me aborrece, importuna ou consome fujo para este recanto, rodeado por sebes que há muito deixei de podar. Para proteger o meu casebre construí várias armadilhas aptas a deglutir o inimigo num segundo. O pior é que por vezes me distraio na vigia e tropeço nos meus próprios artifícios. Tenho então que lutar para me tentar livrar do covil, de proprietária passo a prisioneira e para conseguir fugir tenho de deitar abaixo os muros que com tanto cuidado e estima construí. Depois quando me apetece regressar há que voltar a reerguer as barreiras para mais tarde as destruir. Trabalho árduo, cansativo e repetitivo...»Franz Kafka, in O Covil

Zakup książki

Le Terrier, Franz Kafka

Język
Rok wydania
2002
Oprawa
(miękka)
Jak tylko się pojawi, wyślemy Ci wiadomość e-mail.

Metody płatności

4,3
Bardzo dobra
48 Ocena

Brakuje nam tutaj Twojej recenzji.

Tytuł
Le Terrier
Język
francuski
Wydawca
1001 nuits
Rok wydania
2002
Oprawa
miękka
Liczba stron
87
ISBN10
2842056671
ISBN13
9782842056674
Seria
Kategorie
Pierwsze wydanie
1927
Oryginalna nazwa
Der Bau
Ocena
4,25 z 5
Opis
«Arranjei o covil e parece que me saí bem. Do exterior vê-se apenas um grande buraco, mas na realidade esse buraco não conduz a parte nenhuma (...) Porém, a uns passos do buraco, abre-se a verdadeira entrada, coberta por uma camada de musgo, que eu posso levantar: se há neste mundo alguma coisa segura é este lugar.»«Que buraco seguro e quentinho que eu arranjei... É o meu abrigo e não há cerco mais sólido, tranquilo e doce que este. Quando o mundo exterior me aborrece, importuna ou consome fujo para este recanto, rodeado por sebes que há muito deixei de podar. Para proteger o meu casebre construí várias armadilhas aptas a deglutir o inimigo num segundo. O pior é que por vezes me distraio na vigia e tropeço nos meus próprios artifícios. Tenho então que lutar para me tentar livrar do covil, de proprietária passo a prisioneira e para conseguir fugir tenho de deitar abaixo os muros que com tanto cuidado e estima construí. Depois quando me apetece regressar há que voltar a reerguer as barreiras para mais tarde as destruir. Trabalho árduo, cansativo e repetitivo...»Franz Kafka, in O Covil