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A Caixa é uma obra quase tão polémica como Descascando a Cebola, a primeira autobiografia em que Günter Grass tomou a decisão de contar em pormenor o seu passado nas SS hitlerianas quando tinha 17 anos. As revelações agora libertam-se do campo político e voltam-se para o seu universo familiar. A Caixa reproduz várias conversas gravadas pelos oito filhos do autor - às vezes todos juntos, outras vezes sozinhos - que recordam a sua infância e juventude, bem como as mudanças de casa e as relações amorosas do pai. O livro conta a vida do escritor a partir do momento em que Descascando a Cebola havia parado, ou seja, 1959 e é uma mistura de ficção e realidade. Narra as suas relações familiares num desafio feroz e, por vezes, expressa a ternura, a crítica, a indiferença… todos os sentimentos que se reflectem na relação do escritor com os filhos. O título é uma referência a uma máquina fotográfica antiga da Agfa, fabricada em formato de caixa. É o símbolo central da história, pois é com ela que a personagem principal, Maria, fotografa o quotidiano desta família. Uma máquina que sobreviveu á guerra e aos incêndios de Berlim e que, de algum modo, adquiriu a faculdade de avançar e retroceder no tempo. A Caixa é um retrato em sépia da memória de um passado que não dá descanso ao escritor.
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A caixa, Günter Grass
- Język
- Rok wydania
- 2009
- Oprawa
- (twarda)
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- Tytuł
- A caixa
- Język
- portugalski
- Autorzy
- Günter Grass
- Wydawca
- Casa das Letras
- Rok wydania
- 2009
- Oprawa
- twarda
- ISBN10
- 9724619206
- ISBN13
- 9789724619200
- Tagi
- Literatura niemiecka, Literatura współczesna, Niemcy, Hiszpania, Literatura Hiszpańska, Nagroda Nobla
- Pierwsze wydanie
- 2008
- Oryginalna nazwa
- Die Box. Dunkelkammergeschichten
- Ocena
- 3,5 z 5
- Opis
- A Caixa é uma obra quase tão polémica como Descascando a Cebola, a primeira autobiografia em que Günter Grass tomou a decisão de contar em pormenor o seu passado nas SS hitlerianas quando tinha 17 anos. As revelações agora libertam-se do campo político e voltam-se para o seu universo familiar. A Caixa reproduz várias conversas gravadas pelos oito filhos do autor - às vezes todos juntos, outras vezes sozinhos - que recordam a sua infância e juventude, bem como as mudanças de casa e as relações amorosas do pai. O livro conta a vida do escritor a partir do momento em que Descascando a Cebola havia parado, ou seja, 1959 e é uma mistura de ficção e realidade. Narra as suas relações familiares num desafio feroz e, por vezes, expressa a ternura, a crítica, a indiferença… todos os sentimentos que se reflectem na relação do escritor com os filhos. O título é uma referência a uma máquina fotográfica antiga da Agfa, fabricada em formato de caixa. É o símbolo central da história, pois é com ela que a personagem principal, Maria, fotografa o quotidiano desta família. Uma máquina que sobreviveu á guerra e aos incêndios de Berlim e que, de algum modo, adquiriu a faculdade de avançar e retroceder no tempo. A Caixa é um retrato em sépia da memória de um passado que não dá descanso ao escritor.
